Novas tabelas de IRS agravam taxa a alguns trabalhadores

Depois da retenção na fonte de 1,2% de que foram alvo este ano, com a aplicação das novas tabelas, os trabalhadores que recebem 715 euros passam a reter 1,7%.
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As novas tabelas de IRS, publicadas pelo Governo na sexta-feira não representam apenas uma redução do valor retido, entre 1 e 5 euros, há também quem vá assistir a uma quebra do rendimento líquido em 2022.

O Governo apresentou simulações para quem recebe salários brutos acima dos 900 euros, para mostrar as reduções de que vão ser alvo, mas há salários mais baixos em que as taxas de retenção vão evoluir de forma contrária.

É o caso dos trabalhadores casados, ou seja, com dois titulares, que tenham um dependente a cargo e que recebam um salário bruto de 715 euros mensais. Depois da retenção na fonte de 1,2% de que foram alvo este ano, com a aplicação das novas tabelas, passam a reter 1,7%.

O Ministério das Finanças alterou o intervalo remuneratório em que estes contribuintes estão inseridos, ao passar de um limite máximo de 718 euros mensais para 720 euros.

O Governo já veio explicar que houve a necessidade de rever em alta as taxas aplicadas mensalmente a alguns contribuintes para evitar que tivessem de pagar imposto às Finanças, em 2023.

Os trabalhadores com salários brutos inferiores a 710 euros ficam isentos de fazer retenção na fonte.

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